
segunda-feira, 17 de maio de 2010
domingo, 16 de maio de 2010
"É melhor atirar-se à luta em busca de dias melhores, mesmo correndo o risco de perder tudo, que permanercer estático, como os pobres de espírito, que não lutam, mas também não vencem, que não conhecem a dor da derrota, nem a glória de ressurgir dos escombros. Esses pobres de espírito, ao final de sua jornada na Tera não agradecem a Deus por terem vivido, mas desculpam-se por apenas ter passado pela vida."
Bob Marley
Bob Marley
sábado, 6 de março de 2010
Um só amor
Há coisas que são presentes da vida, mas outras são construídas no dia-a-dia , como a excelência de se ter alguém que se ama e participa integralmente da sua vida, compartilhando dores e alegrias, se sujeitando a coisas que às vezes nem agradam tanto ao coração, mas é aí que mora a graça de amar - o importante passa a não ser mais você e sim o outro e, nisso, nasce o NÓS! Existem muitos tipos de amor - o meu, o seu! Mas somente o de Deus é capaz de transformá-los em um só - se assim permitirmos.
Eliane Leite
Eliane Leite
domingo, 1 de novembro de 2009
"Não quero alguém que morra de amor por mim... Só preciso de alguém que viva por mim, que queira estar junto de mim, me abraçando. Não exijo que esse alguém me ame como eu o amo, quero apenas que me ame, não me importando com que intensidade. Não tenho a pretensão de que todas as pessoas que gosto, gostem de mim... Nem que eu faça a falta que elas me fazem, o importante pra mim é saber que eu, em algum momento, fui insubstituível... E que esse momento será inesquecível... Só quero que meu sentimento seja valorizado. Quero sempre poder ter um sorriso estampando em meu rosto, mesmo quando a situação não for muito alegre... E que esse meu sorriso consiga transmitir paz para os que estiverem ao meu redor. Quero poder fechar meus olhos e imaginar alguém... e poder ter a absoluta certeza de que esse alguém também pensa em mim quando fecha os olhos, que faço falta quando não estou por perto".
Mário Quintana
Mário Quintana
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
O que de real conhecem de nós?
Surpresa por saber que algumas pessoas lêem o que escrevo neste espaço (ressalva para minha amiga loiríssima), retomei a escrita, coisa que adoro fazer, mas ultimamente tenho feito apenas profissionalmente.
Também reli coisas que escrevi há tempos aqui, e confesso – embora o objetivo (concretizado) fosse criar um “diário” online – me surpreendi com fatos que descrevi aqui e que marcaram a minha vida e com o fato de como muda a nossa forma de pensar.
Em pouco espaço de tempo – um ano, eu diria! - mudamos de opiniões, amadurecemos e conhecemos uma nova forma de ver a vida e viver. E, acreditem, acho isso tão glorioso!
Como é bom poder descobrir! E realmente descobrir... a beleza de uma simples companhia, de uma conversa, de uma risada, de observar, de esperar, de contar um fato quando se está alegre, de desabafar quando se está triste.
E pensando nisso, comecei a pensar também em como temos pressa. O ser humano tem pressa. E descobri que muitas pessoas preferem ver o outro apenas como uma pessoa a mais na multidão – alguém que incrementa um número -, apenas como uma mulher solteira, apenas como um carteiro, apenas como o cara que entrega o pão e/ou tão somente como alguém que não está vestido adequadamente.
E me decepcionei! Me decepcionei em perceber que muitos se esquecem de conhecer o outro como um todo - o que ele pensa, o que ele faz, como vive a sua vida, em que acredita e quais são os seus valores - e engrandecem o dito popular de que “a primeira impressão é a que fica” ou pior, se revelam egoístas e excluem aqueles que “não têm nada a oferecer”: uma casa bacana, um carro do ano, não conhece os melhores restaurantes, muito menos assistiu os melhores shows e por aí vai..
Também reli coisas que escrevi há tempos aqui, e confesso – embora o objetivo (concretizado) fosse criar um “diário” online – me surpreendi com fatos que descrevi aqui e que marcaram a minha vida e com o fato de como muda a nossa forma de pensar.
Em pouco espaço de tempo – um ano, eu diria! - mudamos de opiniões, amadurecemos e conhecemos uma nova forma de ver a vida e viver. E, acreditem, acho isso tão glorioso!
Como é bom poder descobrir! E realmente descobrir... a beleza de uma simples companhia, de uma conversa, de uma risada, de observar, de esperar, de contar um fato quando se está alegre, de desabafar quando se está triste.
E pensando nisso, comecei a pensar também em como temos pressa. O ser humano tem pressa. E descobri que muitas pessoas preferem ver o outro apenas como uma pessoa a mais na multidão – alguém que incrementa um número -, apenas como uma mulher solteira, apenas como um carteiro, apenas como o cara que entrega o pão e/ou tão somente como alguém que não está vestido adequadamente.
E me decepcionei! Me decepcionei em perceber que muitos se esquecem de conhecer o outro como um todo - o que ele pensa, o que ele faz, como vive a sua vida, em que acredita e quais são os seus valores - e engrandecem o dito popular de que “a primeira impressão é a que fica” ou pior, se revelam egoístas e excluem aqueles que “não têm nada a oferecer”: uma casa bacana, um carro do ano, não conhece os melhores restaurantes, muito menos assistiu os melhores shows e por aí vai..
domingo, 17 de maio de 2009
O tempo da nossa vida
Há dias venho pensando como as coisas são rotineiras na nossa vida. Como cada passo do nosso acordar ao nosso deitar são parecidos todos os dias e o quanto é importante que eles não fossem totalmente formatados como são.
Comecei a pensar nisso, em algum dia desta semana, no percurso que abrange o desembarque no ponto de ônibus até a entrada no escritório onde trabalho, porque após ultrapassar a porta daquele recinto, às vezes esqueço de me lembrar até quem eu sou.
A reflexão que tomou conta da minha mente nos últimos dias consiste em tentar saber o porquê gastamos tanto as nossas vidas tentando sobreviver e não viver. Por que nos estressamos com o nosso trabalho, com o trânsito, ficamos sem paciência na fila do restaurante, reclamamos da comida que não é bem servida ou que não está do nosso agrado e vivemos assim rotineiramente sem emoções que nos levam a querer gerar mais vida em nós? Por quê?
Hoje, ouvi, preciosamente, que “o tempo é uma riqueza não renovável. O tempo perdido é um tempo perdido para sempre!” (não sei o autor).
E o que fazemos do nosso tempo. Eu mesmo vivo me questionando sobre o que faço no meu dia-a-dia. Penso que o meu trabalho quase que “automático” não produz vida e isso me entristece!
Érico Veríssimo disse “que a felicidade é a certeza de que a minha vida não está passando inutilmente”. Que homem sábio. É isso! Acabei de descobrir porque acho que não sou feliz. Sei que sempre posso fazer algo a mais pelo meu próximo, pela vida, pelo que é valioso para Deus e não tenho feito.
Quero acumular valores que são eternos. E pouco realizo neste sentido. Quero mais e mais aprender a olhar o meu próximo e suas carências e ajudar, quero escutar aquele que nunca encontra ouvidos dispostos a ouvir, quero ignorar aquele que me dirige a palavra para denegrir o outro, quer ser uma agente de promoção de sorrisos, de bem-estar, de alegria, de calor humano por meio do abraço, de sentimento de proteção em aqueles que tem suas lágrimas enxugadas.
O meu único anseio agora é me tornar alguém que não gasta seu tempo inutilmente. Eu quero que cada ação do meu dia seja um estímulo para gerar vida, e vida em abundância. Vida que ansiará gerar novas vidas, em um círculo de dimensão tão grandiosa que o primórdio de existência da humanidade será gerar bem-estar a outras pessoas.
Posso estar sonhando alto, mas um grande castelo começa a partir de um tijolo.
Comecei a pensar nisso, em algum dia desta semana, no percurso que abrange o desembarque no ponto de ônibus até a entrada no escritório onde trabalho, porque após ultrapassar a porta daquele recinto, às vezes esqueço de me lembrar até quem eu sou.
A reflexão que tomou conta da minha mente nos últimos dias consiste em tentar saber o porquê gastamos tanto as nossas vidas tentando sobreviver e não viver. Por que nos estressamos com o nosso trabalho, com o trânsito, ficamos sem paciência na fila do restaurante, reclamamos da comida que não é bem servida ou que não está do nosso agrado e vivemos assim rotineiramente sem emoções que nos levam a querer gerar mais vida em nós? Por quê?
Hoje, ouvi, preciosamente, que “o tempo é uma riqueza não renovável. O tempo perdido é um tempo perdido para sempre!” (não sei o autor).
E o que fazemos do nosso tempo. Eu mesmo vivo me questionando sobre o que faço no meu dia-a-dia. Penso que o meu trabalho quase que “automático” não produz vida e isso me entristece!
Érico Veríssimo disse “que a felicidade é a certeza de que a minha vida não está passando inutilmente”. Que homem sábio. É isso! Acabei de descobrir porque acho que não sou feliz. Sei que sempre posso fazer algo a mais pelo meu próximo, pela vida, pelo que é valioso para Deus e não tenho feito.
Quero acumular valores que são eternos. E pouco realizo neste sentido. Quero mais e mais aprender a olhar o meu próximo e suas carências e ajudar, quero escutar aquele que nunca encontra ouvidos dispostos a ouvir, quero ignorar aquele que me dirige a palavra para denegrir o outro, quer ser uma agente de promoção de sorrisos, de bem-estar, de alegria, de calor humano por meio do abraço, de sentimento de proteção em aqueles que tem suas lágrimas enxugadas.
O meu único anseio agora é me tornar alguém que não gasta seu tempo inutilmente. Eu quero que cada ação do meu dia seja um estímulo para gerar vida, e vida em abundância. Vida que ansiará gerar novas vidas, em um círculo de dimensão tão grandiosa que o primórdio de existência da humanidade será gerar bem-estar a outras pessoas.
Posso estar sonhando alto, mas um grande castelo começa a partir de um tijolo.
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